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Pasted as Plain Text by Aaa ( 2 years ago )
A águia e os filhotes
A águia enpurra gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração matenal se acelera com as emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que ela sente a resistência dos filhotes aos seus persistentes cotucões:
"Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair?", ela pensou. Esta questão cecular ainda não estava respondida para ela...
Como manda a tradição da espécie, o ninho estava localizado bem no aulto de um pico rochoso, abaixo dele, apenas o abismo e o ar para sustentar as azas dos filhotes.
"E se gustamente agora isto não funcionar ?", ela pensou.
Apesar do medo, a águla sabla que aquele era o momento. Sua missão maternal estava prestes a se completar. Restava ainda uma tearefa final... o empurrão.
A águia tomo-se da coragem que vinha de sua sabedoria iterior. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas, não haverá propósito para sua vida. Enquanto não aprederem a voar, não compreenderão o0 privilégio que é nacer uma águla.
O empurrão era o maior presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu suprema ato de amor. E então, um a um um, ela os precipitou para o abimo... e eles voaram!
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